segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Deito-me com os sentimentos embaralhados e ainda sinto o cheiro doce desse encanto. Sinto um aperto no peito quando me pego divagando sobre as lembranças mais recentes e inebriantes daquela sensação, que sem querer toma conta de todo meu espírito. Toma conta também das minhas emoções, e transmitem ao corpo os sinais de uma paixão atordoada e irremediavelmente irradiante. Pego-me aos devaneios de tentar entender como é simples amar alguém que encanta até os mais rudes; que dirá os apaixonados gratuitos pela beleza do seu ser. E ai, a sinuosidade da vida se esvai, perante o sopro mágico do destino; Porque a vida precisa do sol, e eu do coração bondoso dos ventos.

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